sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Um post ao dia é a chave da alegria

Falei que iria voltar ao meu blog, que esteve abandonado por não sei quanto tempo... uma tristeza, hei de dizer, porque o mundo é assim... mas o que fazer? O que dizer? hehehe.. nesse momento, estou aqui naquelas frases que aparentam ter alguma profundidade (profundeza), mas náo há... (hehehe)





Entáo, eu voltei a escrever aqui no blog, porque hoje é 1o. de janeiro, e eu estou postando com 30 minutos de atraso, na verdade. Mas gostaria de aqui escrever o que me passa pela cabeça e dizer o que me ocorre, o que me passa na cabeça. A cabeça, parte orgânica que corporifica a mente, le pensée xandelístico.





Mas vou pensar melhor e escrever mais. Raymond Deagan e Cathy Withaker...
Longe do Paraíso foi o filme que assisti hoje. nada de bom... meio enfadonho...

O menino da foto é bonitinho.

terça-feira, 14 de abril de 2009

Suicídio

A evasão pela morte sempre é uma possibilidade romântica, tanto que há vários mecanismos de impossibilitar o suicídio. Surgem frases do tipo "a pessoa sofre muito mais no inferno", "não soluciona nada".
E ontem eu estava pensando em minhas situações hipocôndricas, com medo de estar doente por doenças incuráveis. Aquele pequeno medo, apenas, de trazer tanta tristeza a família, seria solucionado por uma ação tão pequena: o suicídio.
Mas aí eu pensei que quarta-feira eu vou estar no médico e vai tá tudo bem, que não faz muito sentido antecipar a morte de uma doença que provavelmente nem tenho.
Vou ficar nessa felicidade terrena por algum tempo. vou expressar amores mal amados, belezas não pintadas, passados medíocres e tantas outras mazelas. Living la vida...

quarta-feira, 18 de março de 2009



Eu já coloquei a foto desse cara, mas ele ainda continua a me chocar.

segunda-feira, 16 de março de 2009

UnB: de braços abertos pra você

Alexandre, esse semestre, fará aulas pela manhã. Ele saiu do fluxo. Eu sai do fluxo...
Ele ficará com suas manhãs para a UnB, suas tardes para o estágio e algumas noites para a UnB. Ele poderia não ter aula na sexta a noite, mas a vontade de entender os significados antropológicos da reciprocidade, juntando-se a uma possibilidade de utilizar da noite de sexta uma prelúdio de diversão fez com que ele mantesse um horário relativamente noturno. Não faz mal.. ele pode se arrepender e continuar a vida como era antes.
Disciplinas:

Direito de Família: Lembro-me o quão era novo nesse curso de direito que a primeira legislação a qual fui ter contato era o código civil - livro de direito de família. Fui buscar as relações de incesto positivadas, as possibilidades de adoção, divórcio, etc.. Acho que é a matéria que mais me interessa nesse curso jurídico, pelo menos nesse meu núcleo de estudante de ensino médio.

Direito Processual Penal 1: Ação penal, inquérito policial, habeas corpus, prisão preventiva e essas coisinhas que fazem para tirar pessoas da prisão. Jamais chamar seu cliente de bandido, afinal de contas, só se condena com sentença transitado em julgado.

Direito Internacional Público: Aquele sistema de expectativas contrafáticas que Estados Unidos não respeitam ou simplesmente aquele sistema de expectativas contrafáticas que não são contrário aos fatos? Eu não acho que a gente espere a paz mundial e a igualdade entre os indivíduos (estados nacionais que compõem a Onu). Vai ser matéria pra encher tabela...

Direito Processual Civil 2: A esperança de conhecer práticas jurídicas mesmo! De ver petição inicial, fases de conhecimento, sentenças condenatórias e declaratórias de direito. Dói um pouco pensar que sei tão pouco de algo essencial ao ofício jurídico, procedimentos básicos. Mas é que essa cadeira é composta pelas pessoas mais imbecis que eu conheci numa faculdade; as pessoas que mereciam, realmente, viver na mediocridade de suas vidinhas; sem o menor contato comigo.

Direito Penal 2: Uma matéria orgasmática, como sempre. Crimes mais complexos, menos institucionalizados. Os sujeitos? Caras de colarinho branco. Os crimes contra a administração pública, contra a ordem financeira, tributária. Aqueles filhinhos da puta, sabem? Pois é...

Antropologia da dádiva: Volta e meia, um espaço para pensar bem o direito. E aí eu vou ter mais substancialidade para pensar o que é dar, retribuir e receber. Comprei um livro do Marcel Mauss só pra pensar sobre isso. Estou apostando as fichas nessa matéria.

Atualização e Prática do Direito 2 - Juizados Especiais: Mais uma matéria processual inútil. Só pra completar tabela. Espero apenas assinar a chamada, estudar loucamente pra tirar minha menção ridícula e frequentar, durante essas aulas, a reunião dos alcoólicos anônimos, que tem sido uma coisa super divertida.


Râmo rê o mar!

segunda-feira, 9 de março de 2009

Sonho de valsa.

A garotinha colegial fica ansiosa para sair da sala de aula. O sinal da escola toca, ela já estar com a mochila arrumada, correndo para o corredor. No entanto, ela titumbeia, se direcionando para o grupo de amigas - "melhor sair normalmente". Junta-se às colegas, com cadernos e livros didáticos, em direção ao portão do seu colégios. Por mais que seus olhos estejam perdidos e o coração batendo forte, ela o encontra ali, sentado na sua moto, com um capacete levantado e outro na mão. Dificilmente consegue esconder a felicidade que tá dentro dela, pois o sorriso é tão gostoso. Despede-se das amigas, que também já compartilham da felicidade dela. Chega próximo e não fala muita coisa, nem o abraça de frente, nem o beija - simplesmente pega o capacete, sentando-se na garoupa da moto. Mas nem por isso não faz daquilo um momento de carinho: Encosta o rosto, ainda que com o capacete, nas costas do amado e segura forte no seu abdomên. Ela está tão feliz...

sábado, 7 de março de 2009

Enfatizando-se o que não se deve enfatizar

Mesmo que a gente perceba propostas mal sucedidas, relações degastadas e que isso não seja problemático, afirmar que isto acontece é uma falha. E falha que eu cometi recentemente. Estou um pouco aliviado (?) em que isto aconteça, afinal, por que discutir relações que já tão tênues e não percebê-las? Afinal, porque a distância já é grande -ao mesmo tempo, um sentimento de perda imensa. Surgem os sonhos de gozos interrompidos, e dói perceber que "it's over- Gato Barbieri" - ao menos eu disse que meu nome é Jeanne, né Paul? Desculpa, mas você perguntou o que não queria ouvir. E eu estou disposto a me manter próximo - só que o amor amigo é uma coisa que se conquista todo dia e, se isso se estatiza, ou seja, se não é vivido, fica sedentário e dá gripe.

You just a little boy underneath that hat...

6 de março foi um belo dia para mim. Tudo bem que o meu contrato de estágio acabou e provavelmente eu não terei possibilidades de renová-lo, mas a verdade é que isto me fez se deslocar de roda por essa cidade de asfalto e grama, lembrando de telefonar para pessoas queridas. E dessa querelância, surgiu um despertar de "nossa, como eu gosto de você!". E saimos a noite, com um papo tão suave e sem forçações de histórias, das férias bem vividas e dos amores mal vividos. Das minhas incursões etnográficas no alcoólatras anõnimos, das temporadas de six feet under, de emoções intensas. Bom foi perceber que uma ligação telefônica com carona representou que a dádiva da amizade é de todo boa - que me faz bem...
E eu não sei mais sobre reciprocidade.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Engula o choro!

Uma pena viver nessa sazonalidade brasiliense, de uma cidade multicultural e de pessoas ricas, já que chega janeiro e vão todas aos seus núcleos familiares de outros estados. Seu coração se reparte em pedacinhos, porque essas pessoas vão e demoram a voltar. E, pior ainda, acaba-se por sofrer de insuficiência cardíaca.

Uma pena perceber que não se pode expor qualquer drama, porque você sempre escutou que engolir o choro era melhor. O que se esperava era um abraço, mas o bom mesmo é fingir que está espirrando e os olhos coçando. Que droga, Guilherme, você está com uma alergia! Vá tomar celestamine...



triste...